Post 2a

Batata – Doce

0 Flares Twitter 0 Facebook 0 Google+ 0 LinkedIn 0 0 Flares ×

Batata – Doce
(Ipomea batatas)

A bata-doce é uma hortaliça tropical da família das Convolvuláceas, originária do continente americano. Era cultivada nas regiões entre o peru e o México muito antes da chega de Cristóvão Colombo, que a introduziu na Europa. Durante o período colonial, portugueses e espanhóis levaram-na para África e a Ásia, onde passou a ser cultivada em grande escala. No Brasil, é popular de norte a sul. Ocupa grande espaço na alimentação humana do dia-a-dia, na indústria, e como forrageira picada ou ensilada para bovinos e suínos, principalmente.

Características – A batata-doce tem o caule rastejante com 2 ou 3 metros de comprimento. Dependendo da variedade, suas folhas são verdes ou arroxeadas, em forma de ponta de lança ou coração. As batatas também apresentam diferenças quanto ao tamanho, cor da casca e polpa, e podem ser brancas, amarelas, alaranjadas, rosas ou roxas. Os nomes variam de região para região, o que provoca muita confusão. A maior parte de suas raízes se concentra nos primeiros 10 centímetros de terra, enquanto a raiz principal e outras secundárias se aprofundam mais. Nessas mais subterrâneas, vão se acumulando reservas de alimentos retirados das folhas, que acabam por formar a batata ou tubérculo.

Usos e propriedades – É um alimento rico em amido (um tipo de açúcar), mas não tanto em vitaminas e sais minerais. Ao ser cozida, a batata-doce perde a maior parte do seu teor nutritivo. Quando é frita, mantém boa parte do seu valor – vitamina A, C e ferro –, mas a fritura não é a melhor forma de prepararmos os alimentos. Assá-la na brasa ou no forno é uma forma de conciliar os aspectos nutritivos com a digestão. Vai bem ainda em purês, doces e bolos. A batata, de modo geral, é considerada um alimento que dá mais “peso” à refeição do que qualidade. O que merece mais destaque do ponto de vista da nutrição são as folhas da batata-doce. Elas são muito ricas em vitaminas A, B e C. São uma fonte de minerais, principalmente ferro. Poucas pessoas usam essas folhas por desconhecerem o seu potencial. Refogados, são um delicioso acompanhamento para qualquer tipo de comida. Uma novidade: o Centro de Tecnologia Agrícola e Alimentar da Embrater desenvolveu um método rápido para se obter farinha de batata-doce para uso caseiro. O método foi amplamente divulgado através de um “fichário de tecnologia”, distribuído nos Estados pelas Ematers, com excelentes resultados, já testados, por exemplo, por donas de casa catarinenses. A receita da farinha é simples: lave bem as batatas, descasque e corte em lâminas finas ou em pequenos cubos. Coloque as lâminas ou cubos em tabuleiros, dispostos numa camada fina. Deixe secando ao sol e revire de vez em quando. Em caso de tempo chuvoso, coloque o tabuleiro num lugar coberto e ventilado. Quando as lâminas estiverem secas, moa e depois peneire. A granulação da farinha depende da abertura da peneira. A farinha mais fina serve para fazer pães, bolos, mingaus, sopa e purês. A farinha mais grossa é para farofa e pirão.

Posts interessantes

Autor

André Vidal

André Vidal é fisioterapeuta, formado pela Universidade Gama Filho. É especializado em Osteopatia pela Escuela de Osteopatia de Madrid e em outras técnicas.

Nenhum Comentário

Publicar Comentário

CAPTCHA


A Vidal é uma empresa jovem que nasceu com um conceito inovador, tendo como objetivo promover um atendimento diferenciado e personalizado aos seus clientes.